terça-feira, 13 de setembro de 2011

13 de setembro, diário de Darlan...


Mano, o que me irrita na pseudo-política é que ela tem sido tratada como qualquer prostituta, a exposição de 22 familiares que perderam seus filhos ao ridículo para pressionar a bancada a que? Fazer sensacionalismo sem concluir sequer o que é dever da comissão permanente, além da viabilizar o fechamento do único hospital que a cidade tem, é uma facilidade pra iludir qualquer um quando isso ganha qualquer proporção midiática, e depois que a festa acabar quem vai buscar por resultados? Os filhos destas pessoas não vão voltar à vida, e a exposição destas pessoas é um senso de justiça estúpido e quase imoral. Quer uma mudança na saúde, tenha uma iniciativa que assista estes pais psicologicamente, pois o MP já tem algumas ações e investigações em andamento, mas não leve estes pais á um insulto público para satisfazer o egocentrismo e autopromoção de quem os trouxe a tal situação. Que você leve o tempo que for pra ponderar o seu próximo voto, mas a solicitação por ações mais transparentes deve ser feitas imediatamente. #falepoucoefaçamais 

segunda-feira, 11 de julho de 2011

O Bom e velho rock'n roll.



Uma das bandas que eu mais gosto nesta vida é o resgate saca, por conta do atrevimento de continuar fazendo rock'n roll.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Primeiro texto para uma revista digital Uruguaia.

É isso mesmo pessoas, eu não sou jornalista nem nada, mas fui convidado a escrever pra uma revista digital Uruguaia chamada Oxigeno, achei genial e aqui está...

Bom dia, boa tarde, boa noite a vocês que atentamente lê a Oxigêno. Eu gostaria muito que meu texto de estréia fosse divertido e com uma pitada de vigor juvenil sem parecer irresponsável, mas infelizmente não será assim, há a pitada de vigor juvenil, mas ao contrário do que gostaria é muito irresponsável. Eu moro em uma cidade relativamente pequena do estado de São Paulo, cuja capital, a sexta maior do mundo tem seu reconhecimento e sua influência mundial por sua economia, política, lazer e diversidade cultural. Tenho que confessar que a cidade é maravilhosa de sua parte histórica a sua parte moderna se é que há uma divisão - muita gente a chama de selva de pedra pela quantidade de arranha-céus em seu centro comercial. Mas no meio de toda essa beleza São Paulo carrega uma parte mais cinza do que as outras, não pela poluição exagerada das megalópoles, e sim pelo estado de miséria que se concentra ali, localizada na Estação da Luz essa área, chamada de Cracolândia, dizendo de forma literal “a terra do crack” uma droga terrível que rouba o usuário de sua realidade - eu penso aqui com a minha cabeça que é sempre o contrário, é sempre a droga que usa o individuo já que ele põe sua vida a girar em torno da química, com o crack não é diferente e sim ainda pior, ele leva o usuário a um estado deplorável, retira de sua família e dinheiro até seu ultimo pingo de dignidade, lava a pessoa pra um buraco onde a única coisa que resta é a dependência da droga, pois todo o resto ele já vendeu. Sim, já vendeu!
A região na década de 60 era chamada de “Boca do lixo” que já era problemática por sua marginalidade e que também foi um pólo cinematográfico, hoje abriga traficantes, prostitutas e uma quantidade enorme de usuários da droga que destrói o organismo a passos nada lentos, as pessoas dali não são passantes, são rostos habituais, são membros de famílias distintas que acabam por se encontrar com o mesmo final trágico de vida que vai para além do vício, a morte. O que me causa maior espanto é pensar que isso não acontece só em São Paulo, acontece também numa região de Vitória capital do Espirito Santo, em Brasília no Distrito Federal e também no nordeste do país onde o tráfico tende a prostituição o tráfico de menores entre outras coisas que tiram os humanos de seu foco, que é a vida plena, saudável e em abundância. As perguntas que vivem na minha mente de forma circular são: Por que estas pessoas se encontram (ou não se encontram) ali? Por que se entregam, apesar do esforço dos dirigentes governamentais e até mesmo organizações filantrópicas, cristãs e não cristãs, que dedicam tempo e dinheiro numa tentativa de devolver um pouco de lucidez aos olhos e ao corpo de tantos? Porque? Acredito não ter uma resposta para isso. Acredito que nem você tenha. Seria prepotência demais afirmar que tenho. Acredito também que não devo responsabilizar o Estado ou as próprias vítimas dessa barbárie. Acredito que sair a procura de um culpado agora, é a mesma coisa que nada. Mas também não acredito que nada deve ser feito, e apesar de saber que estou a cerca de 55km de distância desta realidade, esta me diminui como ser humano, afinal de contas, como diz um dos meus poemas favoritos, nenhum homem é uma ilha. Não fui e não sou a favor de qualquer tipo de altruísmo hipócrita por que este se rende as vistas da aprovação, só não quero que o mundo desabe em insensibilidade, não quero entregar pra minha filha, uma terra regada por indiferença e hostilidade, por isso entrego um pouco da esperança clichê, não de um mundo melhor, mas de pessoas melhores.

sábado, 9 de abril de 2011

Sábado, 9 de abril, diário de Darlan, o genocída.

Olá - olá!
Ainda não tenho leitores aqui, mas ainda é terapêutico escrever sobre...nada!
Acabo de me dar por contente por que li num blog de uma amiga assim "Extragado (Literatura)" uaaaaaaaaaaaau, eu sou literatura. Este tempo todo eu não sabia o que eu era, ou quem eu era. Mas agora tudo se resolveu.
Eu sou literatura. Tá, brincadeira a parte, eu gosto mesmo de ser citado desta maneira!
To lendo mil livros e decidi que minha resenha sobre mito será sobre atenas, pura e simplesmente por que eu gosto de corujas.
Assim que terminar de escrever, postarei aqui! Assim como em alguns outros trabalhos, eu o farei, tem alguns "mil" resumos de um livro do Realle pra fazer, uma entrevista e algumas outras "cositas más" que vão acabar em texto por aqui.
Ai ai, que felicidade! ¬¬

#sumi.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

das faculdades...

O primeiro e o segundo dia de aula já foram. Só pra constar, to passando bem no meio de uma tormenta (semana maligna) e to sem capa de chuva. Apesar da analogia é verdade, vai chover essa semana inteira e eu tenho que anadar cerca de 4km no barro depois de descer do busão pra chegar na facul, mas foi isso que eu escolhi. Só não gosto de ser punido pelo que não escolhi saca, e desta vez, neste blog, não vou usar nenhuma alegoria, nenhuma poesia, só eu, cru. Vou tentar me despir ao máximo, e também publicar algumas coisas relacionadas ao que estou estudando na faculdade.

Eu estou bem feliz por ter conseguido me matricular, as coisas lá são muito diferentes do que já vi em outros campus, é tudo muito sagrado, então tudo em mim parece desrespeitoso! Tipo um filme saca, que te da uma sensação estranha. E assim vai, e assim é!

Damn it, tem algo em minha garganta que está me dando náuseas, algo como uma inconformidade, como uma insatisfação...vou me despedir agora!